Coisas legais que poderemos fazer assim que o IE6 morrer:
Chega de definir regras infinitas para cancelar outras regras. Com CSS2 poderemos especificar regras de CSS válidas apenas aos child selectors, e não a todos os descendentes em geral.
Chega de recortar várias imagens diferentes por causa da cor de fundo, pra que os cantos da imagem tenham um anti-alias decente. Com suporte ao PNG alpha-channel podemos usar imagens com sombras, brilhos e outros efeitos de opacidade, com a certeza de que funcionará em todos os browsers.
Chega de definir classes para inputs – como <input class=”text” /> – quando podemos diferenciar com seletores de atributo no CSS2, como input[type="text"]. Podemos até usar seletores de atributos com substring-matching, que pode ser muito útil definindo seletores que se aplicam a vários atributos diferentes, diminuindo significantemente a quantidade de código que leva para direcionar grupos de elemendos com nomes de classe diferentes (por exemplo).
Usar propriedades como display:inline-block em vez de float:left significa que não é mais necessário infindáveis floats dentro de floats; ou o uso (duvidoso) de overflow:hidden, só para que os blocos se encaixem. (Mesmo que a gente tenha esperado pelo Firefox 3 para usar isso também).
Embora a implementação de width do IE6 seja bem parecida com a implementação de min-width, não é a mesma coisa, e não resolve todos os casos; além de não fazer nada parecido como o max-width. Com o fim do IE6 vem o renascimento do block-layout design, com a flexibilidade que os designers vem pedindo há anos.
Não vamos precisar nos preocupar com caraceres repetidos bizarramente, blocos que somem misteriosamente, ou as malditas margens com o dobro do que foi declarado; com o fim do IE6 vem o fim da necessidade de achar e corrigir uma grande quantidade de erros na hora de render uma página.
Embora pessoalmente use o elemento <abbr> e nunca <acronym>, ainda é ruim lembrar que os usuários de IE6 não verão a expansão, e irrita mais ainda o fato de precisar de um script pra isso (e nem sempre poder usá-lo).
Chega de quebrar a cabeça enquanto tentamos descobrir por que a layer X está na frente da layer Y quando devia estar por baixo, imaginando o que fizemos de errado, quando vemos que – doh – não fizemos nada de errado, é um bug do IE6.
Menos tempo criando hacks significa menos tempo de desenvolvimento e custo menor.
Escrever CSS vai ficar mais prazeroso do que nunca. Quer dizer, até que as nossas expectativas aumentem de novo e o IE7 vire nosso novo inimigo….
Mas ainda vamos ter que esperar por CSS Counters, box-sizing, e suporte decente a JavaScript (e muito mais…. como suporte a Canvas / SVG!).
Quem sabe o plano de update automatico para IE8 vai resolver esse problema.
Esse post é uma tradução desse post do Ajaxian, porque eu acho que todo mundo deve saber disso!
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